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	<title>My Psiquiatria</title>
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	<description>Acompanhe as principais novidades, estudos e avanços em Psiquiatria. Informação científica, ética e atualizada para profissionais e interessados na área.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Sep 2026 13:16:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Psiquiatria</title>
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	<item>
		<title>Estudo identifica regulação emocional como principal fator associado ao stress na PSP</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/estudo-identifica-regulacao-emocional-como-principal-fator-associado-ao-stress-na-psp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa concluiu que a capacidade de gerir e regular as emoções é o fator mais associado à saúde mental dos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), ultrapassando variáveis como a patente ou os anos de serviço. A investigação, realizada com 123 agentes operacionais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa concluiu que a capacidade de gerir e regular as emoções é o fator mais associado à saúde mental dos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), ultrapassando variáveis como a patente ou os anos de serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, realizada com 123 agentes operacionais da Área Metropolitana do Porto, revelou que mais de 35% apresentam níveis de stress acima do limiar clínico. Apesar disso, entre os profissionais com maior carga de stress, apenas 16,7% procuraram apoio psicológico especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenado pela investigadora Patrícia Oliveira-Silva, o trabalho analisou fatores sociodemográficos, ocupacionais e emocionais, destacando a supressão emocional como uma estratégia útil em situações de emergência, mas potencialmente prejudicial quando se prolonga sem processamento posterior das emoções. Segundo a primeira autora, a investigadora Ana Moreno, dois agentes expostos às mesmas situações de risco podem responder de forma diferente consoante a sua capacidade de reconhecer e diferenciar o que sentem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipa pretende desenvolver programas de treino em competências emocionais, com recurso a <em>mindfulness</em> e <em>biofeedback</em>, para integração na formação inicial e contínua das forças de segurança.</p>
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		<item>
		<title>Centro para tratamento de doenças do cérebro com tecnologia digital inaugurado em Portugal</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/centro-para-tratamento-de-doencas-do-cerebro-com-tecnologia-digital-inaugurado-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Champalimaud (FC) abriu um novo&#160;centro clínico dedicado ao tratamento de doenças neurodegenerativas e acidentes&#160; vasculares cerebrais. O DNTx Centre, que representa um investimento de mais de sete milhões&#160;de euros, combina os cuidados médicos tradicionais, recorrendo à Neurologia e à Psiquiatria, com ferramentas&#160;digitais avançadas, como videojogos terapêuticos, ambientes de realidade virtual e estimulação&#160;cerebral não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Champalimaud (FC) abriu um novo&nbsp;centro clínico dedicado ao tratamento de doenças neurodegenerativas e acidentes&nbsp; vasculares cerebrais. O DNTx Centre, que representa um investimento de mais de sete milhões&nbsp;de euros, combina os cuidados médicos tradicionais, recorrendo à Neurologia e à Psiquiatria, com ferramentas&nbsp;digitais avançadas, como videojogos terapêuticos, ambientes de realidade virtual e estimulação&nbsp;cerebral não invasiva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo centro parte de uma ideia fundamental: o cérebro humano tem uma grande capacidade&nbsp;de se adaptar e de aprender, mesmo quando está doente ou lesionado. Com os estímulos certos (repetidos, intensos e bem direcionados), é possível ajudar o cérebro a recuperar funções&nbsp;perdidas ou a compensar dificuldades causadas por doenças neurológicas e psiquiátricas. Este&nbsp;constitui um passo importante na evolução do Programa de Neurociências da Fundação&nbsp;Champalimaud, onde a investigação é cada vez mais acompanhada pela prática clínica e esta&nbsp;pela investigação, gerando mais e melhores resultados em benefício do doente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnologias de pontas utilizadas com base em ferramentas científicas e tecnológicas: jogos digitais terapêuticos, que tornam o treino cerebral mais motivador e eficaz;&nbsp;ambientes imersivos (semelhantes à realidade virtual), que estimulam o cérebro de forma&nbsp; controlada;&nbsp;estimulação cerebral não invasiva, ou seja, técnicas que atuam sobre o cérebro sem&nbsp;necessidade de cirurgia;&nbsp;análise de movimento corporal, para avaliar e melhorar a forma como os doentes se movem; inteligência artificial, para personalizar os tratamentos a cada doente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Champalimaud convidou o neurologista e neurocientista norte-americano John&nbsp;Krakauer (<em>Johns Hopkins University</em>) para o desenvolvimento deste projeto, cuja direção clínica&nbsp;está a cargo do psiquiatra Albino Oliveira-Maia, e de Marcelo Mendonça, neurologista. Juntos, garantem que a investigação científica e o tratamento dos doentes se alimentam mutuamente.</p>
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		<item>
		<title>Mindfulness: estudo da Universidade de Coimbra procura efeitos no cérebro</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/mindfulness-estudo-da-universidade-de-coimbra-procura-efeitos-no-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa da Universidade de Coimbra (UC) está a investigar de que forma a prática regular de mindfulness se relaciona com o funcionamento cerebral, a cognição, a saúde mental e o bem-estar. O projeto MindfulBrain+ procura ainda comparar os efeitos do mindfulness com os da estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e avaliar os efeitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa da Universidade de Coimbra (UC) está a investigar de que forma a prática regular de mindfulness se relaciona com o funcionamento cerebral, a cognição, a saúde mental e o bem-estar. O projeto MindfulBrain+ procura ainda comparar os efeitos do mindfulness com os da estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e avaliar os efeitos da combinação das duas abordagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, coordenada pela docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UC e investigadora do CINEICC, Ana Ganho Ávila, pretende analisar processos como a atenção, o controlo cognitivo e a regulação fisiológica. Para tal, recorre à espectroscopia funcional de infravermelho próximo (fNIRS), que permite avaliar a atividade cerebral através de alterações na oxigenação do sangue, e a indicadores fisiológicos, incluindo atividade cardíaca e resposta autonómica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo anterior, publicado em 2025 e realizado em 107 adultos sem prática de mindfulness, não encontrou melhoria significativa do desempenho cognitivo após uma sessão única em realidade virtual, mas identificou diferenças na ativação autonómica, compatíveis com menor ativação fisiológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MindfulBrain+ está agora a recrutar adultos entre os 18 e os 65 anos, fluentes em português, com pelo menos dois anos de prática regular de mindfulness e um mínimo de duas horas semanais, distribuídas por três ou mais dias. A participação inclui três sessões, ao longo de três meses, com questionários, meditação guiada e tarefas cognitivas. Algumas sessões incluem tDCS. A recolha decorre em Coimbra, Lisboa e Porto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Maior consumo de antidepressivos reflete mais diagnóstico e melhor acesso aos cuidados</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/entrevistas/maior-consumo-de-antidepressivos-reflete-mais-diagnostico-e-melhor-acesso-aos-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal surge entre os países da OCDE com maior consumo de antidepressivos, mas essa posição não deve ser interpretada como sinónimo de uso inadequado da medicação. A mensagem é deixada pelo secretário da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental (SPPSM), Pedro Morgado, que defende que o aumento da prescrição resulta sobretudo de um diagnóstico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Portugal surge entre os países da OCDE com maior consumo de antidepressivos, mas essa posição não deve ser interpretada como sinónimo de uso inadequado da medicação. A mensagem é deixada pelo secretário da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental (SPPSM), <strong>Pedro Morgado</strong>, que defende que o aumento da prescrição resulta sobretudo de um diagnóstico mais precoce, de uma maior procura de cuidados e da elevada prevalência de doença psiquiátrica no país. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Pedro Morgado" src="https://player.vimeo.com/video/1216092958?h=8612dfc107&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o aumento da prescrição acompanha a identificação mais precoce de perturbações depressivas, da ansiedade e obsessivo-compulsivas, bem como a utilização destes fármacos noutras patologias, como algumas síndromes de dor. Acresce uma população mais numerosa e mais sensibilizada para a saúde mental, o que leva mais pessoas a procurar ajuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pedro Morgado, o principal desafio não passa por reduzir a utilização de antidepressivos, mas por garantir que o tratamento farmacológico seja complementado por respostas psicoterapêuticas e comunitárias. Defende, como tal, o reforço das equipas multidisciplinares e a criação de programas estruturados de Psicoterapia nos Cuidados de Saúde Primários, articulados com os recursos da comunidade. Sublinha ainda que a prevenção da doença mental depende de políticas que ultrapassam o setor da saúde, incluindo medidas dirigidas às desigualdades sociais, à organização do trabalho, à conciliação entre vida profissional e familiar e ao ambiente urbano. Apesar dos progressos registados com a implementação das equipas comunitárias de saúde mental, considera que o SNS necessita de alargar estas respostas para garantir uma intervenção mais precoce e integrada.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PlenaMENTE já acompanhou 270 processos de saúde mental desde 2025</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/plenamente-ja-acompanhou-270-processos-de-saude-mental-desde-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto PlenaMENTE, da Egas Moniz School of Health and Science, realizou mais de 2.300 consultas de apoio psicológico e acompanhou cerca de 270 processos desde 2025, consolidando uma resposta integrada em saúde mental dirigida à comunidade académica e, entretanto, também à população em geral. Dos processos acompanhados, 166 correspondem a estudantes e outros membros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O projeto PlenaMENTE, da Egas Moniz School of Health and Science, realizou mais de 2.300 consultas de apoio psicológico e acompanhou cerca de 270 processos desde 2025, consolidando uma resposta integrada em saúde mental dirigida à comunidade académica e, entretanto, também à população em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos processos acompanhados, 166 correspondem a estudantes e outros membros da instituição e 103 a utentes externos, refletindo o alargamento da intervenção para consultas de Psiquiatria e Psicologia com preços acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Financiado pela Direção-Geral do Ensino Superior, o projeto reúne uma equipa multidisciplinar constituída por psiquiatras, psicólogos, enfermeiros especialistas e outros profissionais de saúde. A resposta inclui consultas individuais e de grupo, grupos psicoterapêuticos, workshops, podcasts e uma plataforma digital com recursos para gestão do stress, ansiedade e regulação emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Professora Catarina Ramos, cocoordenadora do projeto, a iniciativa pretende reforçar a literacia em saúde mental e reduzir o estigma, para além do acompanhamento clínico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Psiquiatria da ULSTMAD reforça eletroconvulsivoterapia com equipamento PRR</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/psiquiatria-da-ulstmad-reforca-eletroconvulsivoterapia-com-equipamento-prr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 07:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) reforçou a Unidade de Eletroconvulsivoterapia (ECT) do Serviço de Psiquiatria com um equipamento adquirido por cerca de 80 mil euros, através de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O novo sistema incorpora tecnologias de monitorização e registo que permitem ajustar parâmetros terapêuticos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) reforçou a Unidade de Eletroconvulsivoterapia (ECT) do Serviço de Psiquiatria com um equipamento adquirido por cerca de 80 mil euros, através de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo sistema incorpora tecnologias de monitorização e registo que permitem ajustar parâmetros terapêuticos, aumentar a segurança do procedimento e apoiar a análise estatística da atividade clínica. A renovação tecnológica pretende reforçar a resposta assistencial numa área em que a ULSTMAD funciona como centro de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos doentes da sua área de influência, a unidade recebe doentes referenciados pela Unidade Local de Saúde do Nordeste, onde a eletroconvulsivoterapia não está disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ECT é um tratamento realizado sob anestesia geral, que induz uma convulsão terapêutica através de estímulo elétrico controlado, estando indicada em situações clínicas específicas, nomeadamente em depressão grave, catatonia e algumas perturbações psicóticas resistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULSTMAD anunciou ainda a preparação de um projeto para integrar enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica, com o objetivo de reforçar o acompanhamento dos doentes antes, durante e após o tratamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contributo português na identificação dos circuitos cerebrais associados à perturbação obsessivo-compulsiva</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/contributo-portugues-na-identificacao-dos-circuitos-cerebrais-associados-a-perturbacao-obsessivo-compulsiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Fundação Champalimaud, em Lisboa, em colaboração com o Massachusetts General Hospital (EUA), identificaram os circuitos cerebrais onde poderá residir a causa dos sintomas da perturbação obsessivo-compulsiva (POC). O estudo, cujos resultados foram publicados na revista Biological Psychiatry, abre caminho para tratamentos mais eficazes e personalizados através de técnicas de estimulação cerebral. Embora a [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypsiquiatria.pt/atualidade/contributo-portugues-na-identificacao-dos-circuitos-cerebrais-associados-a-perturbacao-obsessivo-compulsiva/">Contributo português na identificação dos circuitos cerebrais associados à perturbação obsessivo-compulsiva</a> aparece primeiro em <a href="https://mypsiquiatria.pt">My Psiquiatria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Investigadores da Fundação Champalimaud, em Lisboa, em colaboração com o Massachusetts General Hospital (EUA), identificaram os circuitos cerebrais onde poderá residir a causa dos sintomas da perturbação obsessivo-compulsiva (POC). O estudo, cujos resultados foram publicados na revista Biological Psychiatry, abre caminho para tratamentos mais eficazes e personalizados através de técnicas de estimulação cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a origem da POC seja maioritariamente desconhecida, existem casos raros em que a perturbação surge após uma lesão cerebral focal, como um AVC ou um tumor (POC “lesional”). Ao analisarem imagens de lesões cerebrais de 40 pessoas que desenvolveram POC nestas circunstâncias, os investigadores recorreram a um método chamado “mapeamento de redes causais”. Descobriram que as lesões não se situavam no mesmo local, concluindo que a causa da POC reside nos circuitos neurais que as ligam, e não numa localização isolada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo identificou quatro regiões cerebrais que funcionam como “centros causais” da POC, localizadas em ambos os lados do cérebro:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Córtex orbitofrontal (OFC): Associado à avaliação das ações. Na POC, o OFC poderá estar a transmitir a mensagem persistente de que uma determinada ação é muito importante, mesmo contra informação em contrário.<br>-Gânglios da base: Circuitos relacionados com as compulsões. Quando um ato é iniciado, a ligação reforçada com o OFC torna muito difícil a sua interrupção, levando à repetição contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Validação e impacto no tratamento</strong><br>A equipa confirmou que estes mesmos centros cerebrais se sobrepõem aos pontos-chave de doentes com POC “não lesional” (a forma mais comum da doença), validando que a descoberta é significativa para a generalidade dos doentes. Pelo contrário, áreas ligadas à depressão ou ansiedade não demonstraram sobreposição com este circuito específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, liderada por Albino J. Oliveira-Maia, já trata a POC com Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr), uma técnica não invasiva e indolor aprovada na Europa e pela FDA. A EMTr atua modificando a atividade neuronal numa área precisa da cabeça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio financeiro da *Brain and Behaviour Research Foundation* (BBRF), os investigadores estão a concluir um estudo clínico para comparar a eficácia da estimulação das regiões habituais com a estimulação focada nesta nova rede causal. O objetivo final, segundo Gonçalo Cotovio e Oliveira-Maia, é utilizar este mapa neural para orientar a neuromodulação de forma personalizada, selecionando o ponto de estimulação ideal para cada doente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypsiquiatria.pt/atualidade/contributo-portugues-na-identificacao-dos-circuitos-cerebrais-associados-a-perturbacao-obsessivo-compulsiva/">Contributo português na identificação dos circuitos cerebrais associados à perturbação obsessivo-compulsiva</a> aparece primeiro em <a href="https://mypsiquiatria.pt">My Psiquiatria</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde mental e adições: a necessidade de uma resposta mais integrada</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/entrevistas/saude-mental-e-adicoes-a-necessidade-de-uma-resposta-mais-integrada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A assistente graduada de Psiquiatria da ULS Coimbra Carla Silva considera que a abstinência sustentada e plena continua a ser um dos principais objetivos terapêuticos nos doentes com perturbação por uso de álcool, pela sua relevância na melhoria do prognóstico e da funcionalidade. Veja a entrevista. “Importa melhorar o prognóstico e a funcionalidade do doente”, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypsiquiatria.pt/entrevistas/saude-mental-e-adicoes-a-necessidade-de-uma-resposta-mais-integrada/">Saúde mental e adições: a necessidade de uma resposta mais integrada</a> aparece primeiro em <a href="https://mypsiquiatria.pt">My Psiquiatria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A assistente graduada de Psiquiatria da ULS Coimbra <strong>Carla Silva</strong> considera que a abstinência sustentada e plena continua a ser um dos principais objetivos terapêuticos nos doentes com perturbação por uso de álcool, pela sua relevância na melhoria do prognóstico e da funcionalidade. Veja a entrevista.</p>



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<iframe title="CARLA SILVA (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1204855989?h=47dd3f8ebb&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">“Importa melhorar o prognóstico e a funcionalidade do doente”, diz. Segundo a especialista, a manutenção da abstinência contribui para reduzir o risco de recaída, diminuir o número de internamentos e melhorar a mortalidade associada a esta patologia. “É de uma importância muito grande e exige um forte envolvimento dos profissionais para se conseguirem bons resultados”, nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psiquiatra considera, contudo, que persistem diferenças entre instituições e profissionais na avaliação e acompanhamento destes doentes. Nesse sentido, defende a criação de consensos nacionais que permitam harmonizar práticas clínicas e validar recomendações baseadas na evidência científica internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Carla Silva, esta responsabilidade deve ser assumida pelos diretores de serviço, mas também pelas estruturas que definem as políticas de saúde mental. A especialista destaca ainda a necessidade de reforçar a articulação entre os serviços de saúde mental e os de comportamentos aditivos e dependências, reduzindo a atual fragmentação da resposta assistencial e promovendo uma abordagem mais integrada aos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista foi realizada durante o 11.º Encontro Nacional de Intervenção Precoce na Psicose, que decorreu nos dias 21 e 22 de maio, nas Caldas da Rainha.</p>
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		<title>Boreout em profissionais de saúde é alvo de estudo em Portugal</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/boreout-em-profissionais-de-saude-e-alvo-de-estudo-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O impacto do boreout na saúde mental dos profissionais de saúde está a ser estudado em Portugal. A investigação, intitulada “Boreout e saúde mental em profissionais de saúde”, procura analisar a associação entre o tédio crónico no trabalho e o bem-estar psicológico de profissionais de diferentes áreas. O estudo, da responsabilidade da investigadora Carina Silva, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O impacto do boreout na saúde mental dos profissionais de saúde está a ser estudado em Portugal. A investigação, intitulada “Boreout e saúde mental em profissionais de saúde”, procura analisar a associação entre o tédio crónico no trabalho e o bem-estar psicológico de profissionais de diferentes áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, da responsabilidade da investigadora Carina Silva, dirige-se a profissionais de saúde que exerçam funções em instituições públicas ou privadas em Portugal. A participação implica o preenchimento de um questionário online, com uma duração estimada de 15 minutos, que aborda dados sociodemográficos e profissionais, bem como indicadores de saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação é voluntária e pode ser interrompida a qualquer momento, sem consequências para o participante. Segundo a informação disponibilizada pela equipa de investigação, não são previstos riscos associados à participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas são anónimas e os dados destinam-se exclusivamente a fins académicos. A investigação assegura o tratamento confidencial da informação, em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Link para o questionário <a href="https://forms.cloud.microsoft/e/2Ss1ykfERG?origin=lprLink" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Demências: Portugal tem de passar da estratégia à execução</title>
		<link>https://mypsiquiatria.pt/atualidade/demencias-portugal-tem-de-passar-da-estrategia-a-execucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal precisa de acelerar a implementação da Estratégia da Saúde na área das Demências e preparar o SNS para integrar a inovação terapêutica. O alerta foi deixado na conferência “Doença de Alzheimer: Momento de Agir”, promovida pela Alzheimer Portugal na Assembleia da República, a 23 de julho, no âmbito do Dia Mundial do Cérebro. A [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Portugal precisa de acelerar a implementação da Estratégia da Saúde na área das Demências e preparar o SNS para integrar a inovação terapêutica. O alerta foi deixado na conferência “Doença de Alzheimer: Momento de Agir”, promovida pela Alzheimer Portugal na Assembleia da República, a 23 de julho, no âmbito do Dia Mundial do Cérebro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, apontou três prioridades: prevenção, diagnóstico precoce e preparação do SNS. Sublinhou que os diagnósticos tardios fazem perder oportunidades de intervenção e defendeu uma resposta articulada entre saúde e setor social, com um novo modelo de governação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Alzheimer Portugal, Rosário Zincke dos Reis, salientou, por sua vez, que o acesso às novas terapêuticas não pode depender da capacidade financeira das famílias. Defendeu ainda que o impacto social, económico e emocional da doença tenha peso na avaliação e financiamento da inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista da saúde Jorge Félix alertou que 79% do impacto económico da demência recai sobre cuidados informais e sociais, com maior impacto nas mulheres. No Parlamento, representantes de PSD, Chega, PS, IL e PCP convergiram na necessidade de passar do planeamento à execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas identificaram obstáculos no SNS, incluindo uma espera média de 270 dias por consultas de neurologia e falhas na articulação com as estruturas sociais. O diagnóstico precoce com biomarcadores sanguíneos exige, defenderam, um sistema preparado para responder.</p>
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